Dr. Diogo cobra refrigeração para sala de vacina da UBS Cabeceira Alegre 
Sala de vacinação está sem ar-condicionado
Foto: Assessoria/Gabinete
30/04/2021 10:00

O vereador Dr. Diogo Castilho (DEM) continua visitando os postos de saúde de Dourados, e agora, cobra que a sala de vacina da UBS Cabeceira Alegre, seja refrigerada, bem como receba a manutenção dos aparelhos de ar-condicionado. A unidade, que está localizada à rua Cabral, na Vila Industrial, atende mensalmente uma média de 2.100 pacientes e, segundo o vereador, deve possuir um ambiente adequado para vacinação.

Na indicação endereçada ao secretário municipal de Governo e Gestão Estratégica, Henrique Sartori, ao titular da pasta da Saúde, Edvan Marcelo e ao secretário de Serviços Urbanos, Romualdo Diniz, o democrata pede também que seja feita a reforma do prédio, além de roçadas das áreas internas e externas, e que profissionais sejam contratados. 

Durante visita à UBS, Dr. Diogo constatou que não há funcionários para fazer a limpeza do local. “Em visita à UBS Cabeceira Alegre, os profissionais relataram que o prédio está em situação deplorável. A pintura está velha, as paredes estão sujas, há rachaduras e mofo por toda estrutura. O portão está quebrado, e os postes de iluminação aos arredores da unidade, estão com as lâmpadas queimadas, o que facilita a entrada de vândalos”, justificou o vereador. 

OUTROS 

Já para a unidade de saúde do Campo Dourado, Dr. Diogo pediu a manutenção de equipamentos e reforma do prédio, contratação de profissionais e compra de medicamentosa e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). A unidade localizada na rua Alameda de Diamante, está sem coordenador desde janeiro deste ano. 

“Além da falta de um coordenador, há vaga para um agente de saúde que não é preenchida há mais de um ano. Como se não bastasse, não há médicos para atendimento dos moradores da região desde o dia 15 de abril”, expôs o vereador. 

Outro problema constatado pelo democrata foi a falta constante de EPIs – fundamental neste tempo de pandemia –. Lá, há escassez de luvas, tocas e máscaras. Além disso, não há anestésicos para procedimentos odontológicos, e os funcionários pedem que seja comprado um aparelho de Raio X.

Texto/Fonte: Assessoria

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