Cirilo Ramão cobra Plano Municipal de Livro e Leitura
04/04/2017 07:35

O vereador Cirilo Ramão (PMDB) cobrou da secretaria de Educação, através de requerimento apresentado na sessão de ontem (03), da Câmara de Dourados, informações sobre do andamento do Plano Municipal do Livro e Leitura (PMLL).

O PMLL é condição para acesso a recursos disponíveis no Ministério da Cultura para projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e biblioteca e sua elaboração faz parte das ações do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).

O programa implanta e moderniza bibliotecas, concede bolsas e prêmios literários a escritores e cria Pontos de Leitura. O estado de Mato Grosso do Sul já elaborou seu Plano Estadual de Livro e Leitura (PEEL), estando apto a receber os recursos do Ministério. "A leitura, assim como a escrita, é fundamental para o desenvolvimento das capacidades do ser humano. Por meio dela, o cidadão participa da sociedade, melhora seu nível educacional, conhece outros valores culturais, tem acesso ao conhecimento e à herança cultural da humanidade", ressaltou o vereador.

Cirilo Ramão defende ainda a construção de uma nova biblioteca municipal em Dourados e o incentivo à leitura. "Não obstante as novas e necessárias tecnologias, o livro ainda constitui um instrumento importante em projetos de educação para a cidadania, pois pode abordar assuntos como saúde, meio ambiente, trânsito e trabalho de forma clara e prazerosa", relatou.

Na opinião do vereador, a Biblioteca Vicente de Carvalho, construída em 1967, já não corresponde ao que se espera de uma cidade com mais de 200 mil habitantes, conhecida nacionalmente como polo universitário e com milhares de estudantes matriculados no ensino médio e fundamental.

"Os recursos existem tanto para edificação como para estruturação de bibliotecas. Faltam projetos consistentes e vontade política para confeccioná-los. Em outubro do ano passado foi constituída uma Comissão para elaborar o nosso Plano Municipal de Livro e Leitura. Queremos saber se a elaboração está em andamento ou se foi "engavetado". Deixar de receber recursos por falta de planejamento é inadmissível", ponderou Cirilo Ramão.


 “Deixar de receber recursos por falta de planejamento é inadmissível”, diz Cirilo

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