Carlito do Gás quer ponto de coleta de máscaras descartáveis 
Carlito do Gás solicitou ponto de coleta para máscaras descartáveis
Foto: Arquivo
26/05/2020 08:00

Com o uso constante de máscaras descartáveis para a prevenção do Coronavírus (por determinação legal, como vem ocorrendo na maioria dos municípios), a destinação correta desse material, que após o uso é considerado lixo hospitalar, tem preocupado o vereador Carlito do Gás (MDB), que solicitou às secretarias municipais de Serviços Urbanos e Saúde a instalação de um ponto de coleta na Praça Antônio João.

“Não há um local adequado par descarte, sendo que as autoridades sanitárias recomendam a troca de máscaras há cada duas horas, com isso muitas pessoas têm jogado elas nas calçadas ou em outros locais inapropriados”, alertou o vereador, acrescentando que essas máscaras podem estar contaminadas e serem potenciais disseminadoras do vírus.

“Tem sido comum encontrar máscaras nas ruas ou jogadas de qualquer jeito nos lixos, tanto as de pano quanto recicláveis. É uma prática que aumenta o risco de contágio para quem tem contato com elas”, ponderou Carlito.  “Por isso peço que a secretaria de Serviços Urbanos, sob orientação da secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Sanitária e Epidemiológica, instale um ponto de coleta, como Projeto Piloto, na Praça Antônio João”, completou o vereador, enfatizando que a praça fica localizada na área central e por isso mesmo é local de passagem de milhares de pessoas durante o dia. “A instalação de um ponto de coleta, obedecendo rigores sanitários específicos, possibilitaria o descarte correto das máscaras e consequentemente a tão necessária contenção da escalada de proliferação do Coronavírus na cidade”, reforçou.

“Para situações novas, medidas inovadoras. A Prefeitura precisa projetar um recipiente adequado para facilitar o descarte correto e, feita essa coleta, dar às máscaras a mesma destinação final dada ao lixo hospitalar”, reforçando a necessidade de que o processo de depósito das máscaras no ponto de coleta deve ser acompanhado de profissionais de saúde para que não sejam quebrados os protocolos determinados pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), notadamente no que tange ao contato com as máscaras usadas.

Texto/Fonte: Assessoria Parlamentar

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